|
o
que é a medicina hiperbárica
A oxigenoterapia hiperbárica (OHB) consiste na inalação de oxigênio puro,
estando o indivíduo submetido a uma pressão maior do que a atmosférica, no
interior de uma câmara hiperbárica.
|
|
As câmaras hiperbáricas são equipamentos resistentes a pressão
e podem ser de dois tipos:
multipaciente - de maior porte, pressurizada
com ar comprimido medicinal e com capacidade para várias pessoas
simultaneamente, e
monopaciente - que permite apenas a acomodação
do próprio paciente, pressurizada, em geral, diretamente com 02 |
 |
Este moderno recurso terapêutico reduz o tempo de internação, do
emprego de antibióticos e a necessidade de cirurgias mutiladoras
ou, se estas forem imprescindíveis, o seu número e/ou a sua extensão;
isto sem contabilizarmos a redução do custo emocional para o paciente,
seus familiares e amigos, impossível de ser aferido, na vigência
das graves doenças cuja resolução é acelerada ou determinada pela
adição desta terapia.
A indicação da OHB é de exclusiva competência médica e a sua aplicação
deve ser realizada pelo médico ou sob sua supervisão.
|
indicações
Muitas das patologias infecciosas e/ou isquêmicas tem sua evolução de melhora
potencializada com o emprego da Oxigenação Hiperbárica. Como exemplo de aplicações
em que a OHB apresenta reversão no quadro apresentado na avaliação temos:
escaras extensas infectadas;
pé diabético;
osteomielites crônicas;
traumatismo de partes moles com isquemia
tecidual;
fraturas expostas com perda de cobertura
cutânea;
queimaduras térmicas e elétricas;
úlceras varicosas;
síndrome de Fournier;
doença de Crohn, retocolite ulcerativa
com ou sem fístulas;
doença descompressiva;
embolia traumática pelo ar;
embolia gasosa;
envenenamento por gás carbônico ou por
inalação de fumaça;
envenenamento por cianeto ou derivados
cianídricos;
gangrena gasosa clostridiana;
infecções necrotizantes de tecidos moles:
celulites, fasciites, miosites;
isquemias agudas traumáticas: exemplo
amputação e reimplante;
vasculites agudas;
queimaduras térmicas e elétricas;
lesões refratárias;
lesões por radiação;
retalhos ou enxertos comprometidos; e
anemia aguda, no caso de impossibilidade
de transfusão.
Nestes casos, a oxigenoterapia hiperbárica evita ou reduz a níveis muito
baixos:
hospitalização prolongada;
procedimentos cirúrgicos e anestésicos
repetitivos; e
uso intensivo de antibióticos.
Temos então, que o tratamento adjuvante da OHB é muito vantajoso, reduzindo
diárias hospitalares, uso de equipamentos hospitalares e medicamentos.
|